Efemérides
Estranha-me que o André, master das datas curiosas e efemérides (mais ou menos) engraçadas, nada tenha dito deste 09-09-09 que hoje acontece...
Deve estar a pensar no seu novo blog...
Corria a época de 2000/2001, o Benfica nem cheirava, o Ricardo já não era virgem e o Lage ainda tinha rim, quando, num primeiro desafio, o Pera, num gesto rápido e astuto, manda o primeiro tiro... Super Bock, de calibre 33 em 5,4segundos! Desde então é um tal banzé, que nem a Rita Sargento consegue impor calma. O imbróglio deu num pharmaoeste, com tiros e acusações, mas onde as patacoadas, novidades e recordações são óptimas para relembrar os óptimos momentos que passamos juntos!
Estranha-me que o André, master das datas curiosas e efemérides (mais ou menos) engraçadas, nada tenha dito deste 09-09-09 que hoje acontece...
Deve estar a pensar no seu novo blog...
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Zé Rui Peixoto
às
18:09
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Incrível como, um ano depois, estas palavras se mantem actuais e ganharam ainda mais força.
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André Lage
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16:53
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Vou passar o próximo fim de semana com o Pardal.
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Zé Rui Peixoto
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10:10
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André Lage
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03:15
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André Lage
às
21:09
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Foi o dia mais incrível da nossa estadia Marroquina.
Ao 4º dia de viagem tinhamos planeado ficar em Ilmilchil.
Ilmilchil, segundo a nossa biblía (de nome Lonely Planet) é uma típica aldeia no topo do Atlas (muito perto dos 4.000m de altitude), sendo um grande ponto de encontro e negócio para os agricultores e pastores da montanha, sendo particularmente conhecida pela sua feira de Maio. Geograficamente falando, Ilmilchil fica na maior cadeia montanhosa de Marrocos, o Atlas, que cruza o país quase de Este a Oeste, dividindo o país em dois, quase a meio (ficaria ligeiramente mais pequena a parte sul do país).
O nosso ponto de partida era Meknés, a mais pequena das 4 cidades imperiais marroquinas (Marrakesh, Fez, Meknés e Rabat), com uma praça imponente, rodeada por palácios, e uma medina razoável.
Tinhamos que nos deslocar aproximadamente 300km para sul, o que equivale a entrar em Marrocos profundo. Até aí apenas tinhamos feito estradas nacionais (marcadas a vermelho no mapa), o que equivale a uma estrada com duas faixas, com mais ou menos buracos, que nos permitia fazer uma média de 60km/h. Na viagem até Ilmilchil sabiamos que iriamos apanhar estradas secundárias (amarelas), pelo que mais tempo para percorrer os 300km iriamos necessitar.
1ª Lição Africana - em África a distância entre cidades não se mede em Km, mas em tempo. Esqueçam a vossa noção de que 300km são +- 3 horas a andar normal, por auto-estrada, ou que os 80 km de Coimbra a Viseu, pela IP3 são 1 horita e pouco. Em África a distância mede-se em horas porque nunca se sabe a estrada/inconvenientes que se vai apanhar.
Fizemos-nos à estrada depois do pequeno almoço, com temperatura razoável (dentro do quente)... Ao 4ª dia notavamos que quanto mais a Sul nos encontravamos mais Marrocos parecia mais atrasado, menos ocidentalizado.
Batizamos uma das cidades por que passamos como a cidade-lixo. Era uma cidade atravessada pela estrada nacional, que era a única rua sem ser de terra batida que vimos. Para além da temperatura bastante alta, o lixo na berma da estrada, a sucata encostada nos cantos, os porcos pendurados nos talhos ao ar livre... criava uma aura de pobreza indiscritível. Impressionava o cheiro nauseabundo de toda a cidade, o pó, a ferrugem, o aspecto das pessoas...
Começamos a subir o Atlas e a ver paisagens arrebatadoras. Passamos para as estradas secundárias e a viagem tornou-se surreal.
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Zé Rui Peixoto
às
11:11
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Não resisti, esta é a melhor capa da Bola de todos os tempos.
Quanto maior é o salto, maior é a queda...
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César
às
22:03
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De modo a que a distância não seja justificação para não irmos estando actualizados sobre o que se vai passando, deixo duas novas factualidades:
1 - A Tavares já não é ruiva. Exibe agora uma aparência morena que lhe fica muitissimo bem.
2 - O PP está mais gordo. Foi a 7ª vez este ano em que se registou uma significativa alteração de peso. Após o verão verificam-me alguns laivos de desleixo.
3 - O Pardal está a deixar crescer a monocelha. De acordo com informações apuradas o próprio afirma-se mais auto-confiante com o adereço piloso, dizendo que assim poupa o trabalho semanal de se colocar em frente ao espelho de pinça, e que assim escusa de usar a fita "à la tenista" que costuma utilizar na testa para absorver o súor, enquanto trabalha junto aos reactores da Labialfarma.
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Zé Rui Peixoto
às
14:40
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Zé Rui Peixoto
às
20:33
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A “Bisteca alla Fiorentina” é uma especialidade gastronómica de Florença. Trata-se de uma saborosa costeleta de lombo de bovino, quase sempre com mais de um quilo, e que é invariavelmente servida com verduras. Os dois protagonistas do prato complementam-se bem e dão espectáculo, começa-se por comer as verduras, o que até sabe bem, mas no final é a carne que recolhe os louros do repasto (por louros entendam-se os milhões e o prestígio).
Tal e qual como no jogo de ontem...
Pensei em pôr uma foto de um jogador sportiguista prostrado no chão, ou o Paulo Bento com as mãos na cabeça...
Mas uma piadinha gastronómica é bem mais sublime, e acabo por ter o mesmo gozo...
Foi uma pena... era uma boa oportunidade para receber uma mensagem do Pêra. (é nos jogos do sporting e quando digo mal dele no blog...)
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Zé Rui Peixoto
às
18:04
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Agora sim como devia ter sido à primeira... Problemas decorrentes de todos os parâmetros me aparecerem em franciú e de eu não ser tão versada nas lides bloguistas como o Lage e o Zé!
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Rita
às
20:33
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- ter que procurar o cartão de trabalhador em todos os arrumos do carro,
- dizer bom dia à secretária da entrada, que com um bronze invejável, uns kilos a mais e um sorriso amarelo finge que estava com saudades...
- dizer o "bom dia", e o que "que tal essas férias?", e ainda o "passam num instante.." a todos os colegas por quem nos cruzamos a caminho do gabinete. Fingir interesse pelos que teimam em contar as histórias em detalhe.
- Encontrar a secretária atulhada de papéis, papeletes, envelopes, post-its. caixas de medicamentos.
- Ligar o computador e ter que pensar qual é a pass.
- Finalmente descobrir a pass, mas ter que inventar uma nova, porque a antiga expirou.
- Abrir o mail e descobrir que há pessoas que trabalham em Agosto.
- Descobrir que há pessoas que trabalham muito em Agosto.
- Desesperar com o trabalho que alguns fazem em Agosto.
- Receber com um sorriso a primeira pessoa que vem colocar uma questão. Por cara séria uma vez colocada a questão. Fazer cara pensativa. Não lembrar minimamente da resposta. Dizer que depois se responde por e-mail. Procurar em todos os dossiers, mails antigos e notas deixadas pela resposta. Não encontrar.
- Duvidar da própria memória, da resistência à depressão, da capacidade de trabalho.
- Consultar o mapa de férias, ver que ainda faltam meses.
- Ir para casa, chorar.
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Zé Rui Peixoto
às
12:23
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recomendo, vivamente.
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Zé Rui Peixoto
às
22:05
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André Lage
às
18:11
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Amiguinhos,
Dentro de uma hora parto para a minha aventura Marroquina.
Se quiserem encomendar quinquilharias, matar saudades ou dizer mal do Pardal, por favor mandem mensagem para o meu telefone.
Prometo que vou sentir a vossa falta.
Um forte abraço
Mohammed José Hassan Peixoto
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Zé Rui Peixoto
às
13:36
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Amigos:
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André Lage
às
19:56
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Março 2010, 30º, mar do caribe, Mamajuana a acompanhar um sancocho, sol, muito sol e NÓS!
Amigos que tal, durante uma semana, deixarmos para trás o trabalho e a responsabilidade, e embarcarmos numa segunda viagem de finalistas? Aceitem e passem a palavra.
Eu sei que ainda falta muito tempo e que estamos em plena época de férias...mas o fim de umas férias é apenas o começo das seguintes.
Que acham?
Beijinho
Ana Tavares
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Aninhas
às
16:39
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Dizia o Pêra que, em Portugal, só existem dois helicópteros com capacidade para voar à noite. Curiosamente, um deles tinha base em Lamêgo.
Porque Lamêgo é que é
E os Rangers é que são fixes
E os Craques de Lamêgo são históricos...
Pois fica a saber, oh Pêra, outro dia passaram 3 helicopteros por mim, em fila indiana, eram 3 da manhã, estava eu a enxertar de lenha um Oficial Ranger patenteado, ex-defesa direito dos Craques de Lamêgo, e que trazia um postal de Lamêgo no bolso, que eu rasguei e pús no papelão (naquele contentor amarelo dos ecopontos).
irritas-me profundamente. Se calhar os helis estavam a voar às escuras... ou a 100 metros do chão ainda era de dia... Tiroso...
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Zé Rui Peixoto
às
12:00
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