E por estes dias me tenho perguntado...
Que será feito da minha Isabelinha Parisiense?
Que andará ela a fazer?
Porque não dá novidades?
Corria a época de 2000/2001, o Benfica nem cheirava, o Ricardo já não era virgem e o Lage ainda tinha rim, quando, num primeiro desafio, o Pera, num gesto rápido e astuto, manda o primeiro tiro... Super Bock, de calibre 33 em 5,4segundos! Desde então é um tal banzé, que nem a Rita Sargento consegue impor calma. O imbróglio deu num pharmaoeste, com tiros e acusações, mas onde as patacoadas, novidades e recordações são óptimas para relembrar os óptimos momentos que passamos juntos!
Que será feito da minha Isabelinha Parisiense?
Que andará ela a fazer?
Porque não dá novidades?
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Zé Rui Peixoto
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A Bastonária, em resposta ao meu post anterior , emitiu a seguinte "Newsletter Especial":
NEWSLETTER ESPECIAL DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS
Esclarecimento de posição da Ordem dos Farmacêuticos
Caro Farmacêutico,
A recente divulgação, pela Comunicação Social, de declarações por mim prestadas a um jornalista sobre a realidade das farmácias comunitárias dentro dos hospitais, mas algo desenquadradas do contexto em que foram proferidas, ditaram um conjunto conclusões que penso serem precipitadas, carecendo por isso do devido esclarecimento:
1. Desde logo entendo que o quadro normativo que conduziu à criação das farmácias comunitárias dentro dos hospitais foi prosseguido de forma muito precipitada e também por isso mal regulamentado. Os pesados encargos impostos a essas farmácias – percentagem a retirar da facturação total aliada à renda mensal fixa – revelavam-se asfixiantes para a exploração comercial dos estabelecimentos, conforme o legislador confirmou ao ver-se compelido a corrigir recentemente, mas já com muito atraso, esses aspectos da regulamentação inicial.
2. Também a excepção aplicável às farmácias instaladas dentro dos hospitais relativamente às normas que condicionam a distância geográfica a respeitar entre as restantes farmácias comunitárias se confirmou injustificável e até nefasta para todos os interessados, incluindo doentes e farmácias vizinhas.
3. Entendo que a farmácia comunitária é um bem imprescindível e que a segurança dos medicamentos aí vendidos é reconhecida por mim e por todos os farmacêuticos. Por isso reafirmo que em momento algum coloquei em causa a classe profissional do farmacêutico, especialmente da especialização de farmacêutico comunitário, que inclusive foi criada durante o meu mandado e com o meu total apoio.
4. Como Bastonária e como farmacêutica tenho feito a defesa da carreira farmacêutica sustentada nos valores da ética, do rigor e da qualificação profissional. Entendo que, só desta forma, conseguiremos manter a confiança da classe, em particular junto das comunidades que beneficiam do acompanhamento do farmacêutico qualificado e dos medicamentos comercializados no respeito pelas mais rigorosas normas de segurança.
5. Lamento a interpretação e a descontextualização das minhas palavras, que apenas quiseram servir de alerta para uma grave situação de insustentabilidade financeira que afecta as farmácias comunitárias em ambiente hospitalar, podendo assim inviabilizar a qualidade e o rigor do desempenho profissional dos seus farmacêuticos.
Lisboa, 24 de Setembro de 2009
A Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos
Elisabete Mota Faria
N.B. - Esteve bastante mal, e a ingenuidade não pode servir de desculpa para uma pessoa que tem de estar à altura das responsabilidades. Os jornalistas são sanguinários, mas tais declarações nunca deveriam ter sido proferidas. Os erros pagam-se caros, e prova disso é que esta newsletter que não chega aos jornais como chegaram as anteriores declarações.
Às declarações da Bastonária já responderam o INFARMED, o João Cordeiro (afirmando-se chocado com tais suspeitas levantadas(!)), o dono da farmácia do Hospital de Santa Maria...
Se tivesse uma toca, aposto que lá se enfiava.
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Zé Rui Peixoto
às
18:58
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O Papa Bento XVI e os U2 vêm cá em 2010. Concertos na Cova da Iria em Maio e Coimbra (!) em Outubro.
Só tenho dinheiro para um, e ao menos em Coimbra tenho estadia paga.
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Zé Rui Peixoto
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18:48
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A Bastonária achou que lhe faltava protagonismo, e decidiu chamar a si os holofotes... Esteve mal, muito mal.
Diz a Bastonária em declarações aos jornais (ver aqui artigo completo):
«Como é possível que a nossa margem de lucro seja inferior a 19 por cento e estas farmácias [nos hospitais] ofereçam percentagens que chegam aos 30 por cento? Vendem medicamentos contrafeitos?», interrogou.
«Os medicamentos contrafeitos são mais baratos e eu não vislumbro outra forma de obter lucros desta ordem», sublinhou.
Não percebe a Bastonária que vir para os jornais levantar suspeitas sobre o acto farmacêutico, seja desempenhado pelo Director Técnico de uma farmácia das deles (seja o que isto quer dizer...), seja por um farmacêutico da Farmácia do Hospital Santa Maria, é exactamente a mesma coisa?
Que a função primordial da Ordem dos Farmacêuticos é dignificar e defender a classe profissional farmacêutica, e não defender os lucros que a Bastonária e demais proprietários retiram das suas farmácias?
Que lutar contra uma situação que considera errada, ou injusta, nunca seria com boatos ou lançamento de suspeitas em praça pública mas fazendo ver o poder político as evidências? A Ordem dos Farmacêuticos deixou de ter peso político para agir pelas linhas correctas?
Que acusar a Farmácia do Hospital de Santa Maria de vender medicamentos contrafeitos é muito grave, e que caso não tenha o mínimo fundamento põe em jogo a credibilidade não só da Bastonária, como de toda a OF e como tal de todo o farmacêutico na sua individualidade?
Bem sei que as eleições são já no dia 20 de Outubro, e nada melhor do que chamar à atenção, e tentar pôr os proprietários de farmácias do seu lado. Mas uma afirmação tão grave, causando alarmismo e desconfiança, não é só burrice como uma enorme irresponsabilidade.
É impressionante, mas sem o conhecer, nem sequer ouvir falar dele, começo a pender para o Carlos Mauricio Barbosa... E quando assim é, não é nada bom...
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Zé Rui Peixoto
às
12:43
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Passada 6a feira, após muitas minis e 6 segundos de Whisky no caso do Lage,
1) a casa de banho aos olhos de André Lage:
2) a casa de banho aos olhos de César Gonçalves:
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César
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21:09
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Ora aqui vai um teste rápido para avaliar as tendências de cada um.
Nem sempre somos o que "queremos ser".
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PP
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14:03
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Respira-se mudança no universo Pharmaoeste... o Lage e a Vanessa vão emigrar, o Pêra vai avançar com a mudança de sexo passando a ter no BI o nome de Ermelinda Patacoança...
Este clima de entropia é importante, muitas das vezes temos de fazer mudanças de fundo para conseguirmos dar um passo em frente. Foi com base neste princípio que tomei a difícil decisão de sair da Labesfal e aceitar um novo desafio profissional. Este novo desafio profissional chama-se Phagecon e conquistou-me não só pelas melhores condições e a localização em Coimbra mas sobretudo por significar uma nova etapa na minha vida profissional.
Mas sendo assim o que torna esta escolha difícil? Muita coisa, a Labesfal proporcionou-me nestes quase 3 anos a possibilidade de crescer imenso profissionalmente. O muito trabalho, esforço e dedicação nem sempre foram reconhecidos como se quer, mas o exercício de aprendizagem foi gigante e de valor incalculável. A experiência foi ainda mais valiosa porque foi partilhada com amigos, malta da nossa geração que todos os dias contribuem para aquela empresa crescer.
Quem lê o último parágrafo pode entender as minhas palavras como tristemente nostálgicas, tal como uma música escrita por Ozzy Osbourne, mas na verdade é a minha maneira de dizer que reconheço o que me foi dado.
Agora, a partir de 2a feira começa um novo ciclo de aprendizagem, trapalhadas, enrascanços, crescimento... como diz a malta "bota qué vitamina"
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César
às
23:12
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Gostei e apeteceu-me compartilhar.
Vídeo
Bonus pimba:
ouvi esta quando fui o fim de semana passado às míticas festas da bela localidade de Presa.
Grupo: Chave D'Ouro
Título: Pai da Criança
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PP
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15:44
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Estranha-me que o André, master das datas curiosas e efemérides (mais ou menos) engraçadas, nada tenha dito deste 09-09-09 que hoje acontece...
Deve estar a pensar no seu novo blog...
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Zé Rui Peixoto
às
18:09
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Incrível como, um ano depois, estas palavras se mantem actuais e ganharam ainda mais força.
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André Lage
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16:53
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Vou passar o próximo fim de semana com o Pardal.
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Zé Rui Peixoto
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10:10
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André Lage
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03:15
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André Lage
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21:09
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Foi o dia mais incrível da nossa estadia Marroquina.
Ao 4º dia de viagem tinhamos planeado ficar em Ilmilchil.
Ilmilchil, segundo a nossa biblía (de nome Lonely Planet) é uma típica aldeia no topo do Atlas (muito perto dos 4.000m de altitude), sendo um grande ponto de encontro e negócio para os agricultores e pastores da montanha, sendo particularmente conhecida pela sua feira de Maio. Geograficamente falando, Ilmilchil fica na maior cadeia montanhosa de Marrocos, o Atlas, que cruza o país quase de Este a Oeste, dividindo o país em dois, quase a meio (ficaria ligeiramente mais pequena a parte sul do país).
O nosso ponto de partida era Meknés, a mais pequena das 4 cidades imperiais marroquinas (Marrakesh, Fez, Meknés e Rabat), com uma praça imponente, rodeada por palácios, e uma medina razoável.
Tinhamos que nos deslocar aproximadamente 300km para sul, o que equivale a entrar em Marrocos profundo. Até aí apenas tinhamos feito estradas nacionais (marcadas a vermelho no mapa), o que equivale a uma estrada com duas faixas, com mais ou menos buracos, que nos permitia fazer uma média de 60km/h. Na viagem até Ilmilchil sabiamos que iriamos apanhar estradas secundárias (amarelas), pelo que mais tempo para percorrer os 300km iriamos necessitar.
1ª Lição Africana - em África a distância entre cidades não se mede em Km, mas em tempo. Esqueçam a vossa noção de que 300km são +- 3 horas a andar normal, por auto-estrada, ou que os 80 km de Coimbra a Viseu, pela IP3 são 1 horita e pouco. Em África a distância mede-se em horas porque nunca se sabe a estrada/inconvenientes que se vai apanhar.
Fizemos-nos à estrada depois do pequeno almoço, com temperatura razoável (dentro do quente)... Ao 4ª dia notavamos que quanto mais a Sul nos encontravamos mais Marrocos parecia mais atrasado, menos ocidentalizado.
Batizamos uma das cidades por que passamos como a cidade-lixo. Era uma cidade atravessada pela estrada nacional, que era a única rua sem ser de terra batida que vimos. Para além da temperatura bastante alta, o lixo na berma da estrada, a sucata encostada nos cantos, os porcos pendurados nos talhos ao ar livre... criava uma aura de pobreza indiscritível. Impressionava o cheiro nauseabundo de toda a cidade, o pó, a ferrugem, o aspecto das pessoas...
Começamos a subir o Atlas e a ver paisagens arrebatadoras. Passamos para as estradas secundárias e a viagem tornou-se surreal.
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Zé Rui Peixoto
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11:11
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Não resisti, esta é a melhor capa da Bola de todos os tempos.
Quanto maior é o salto, maior é a queda...
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César
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22:03
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De modo a que a distância não seja justificação para não irmos estando actualizados sobre o que se vai passando, deixo duas novas factualidades:
1 - A Tavares já não é ruiva. Exibe agora uma aparência morena que lhe fica muitissimo bem.
2 - O PP está mais gordo. Foi a 7ª vez este ano em que se registou uma significativa alteração de peso. Após o verão verificam-me alguns laivos de desleixo.
3 - O Pardal está a deixar crescer a monocelha. De acordo com informações apuradas o próprio afirma-se mais auto-confiante com o adereço piloso, dizendo que assim poupa o trabalho semanal de se colocar em frente ao espelho de pinça, e que assim escusa de usar a fita "à la tenista" que costuma utilizar na testa para absorver o súor, enquanto trabalha junto aos reactores da Labialfarma.
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Zé Rui Peixoto
às
14:40
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Zé Rui Peixoto
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20:33
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