quarta-feira, 30 de maio de 2007

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Só consigo pensar na língua do Lage...

Quando pensei que pior era impossível..

O jogo ainda não acabou, e ainda por cima apostei dinheiro com o César com odds piores do que na bwin, mas esta final da Taça Uefa acabou por me revelar um facto que eu já não pensava ser possível...
O Nuno Gomes não é o pior ponta de lança do Mundo, o pior chama-se Kershakov, e é o avançado do Sevilha... O homem até pode marcar um penalty à Panenka que o título ninguém lhe tira... Apanhado pelo menos 5 vezes em foras de jogo (ainda por cima estúpidos), consegui falhar golos em cima da linha e tem um cabelinho ainda pior, que esse ícone da linha avançada benfiquista! (o cabelinho até nem é mau, mas eu tinha que dar aquele ênfase...)
Incrível...

P.S.-O Sevilha ganhou a Taça Uefa, nos penaltys... (e não, o Kerzhakov não marcou nenhum..)

terça-feira, 15 de maio de 2007

Parabéns Rapioqueira...

Não sei se a palavra aparece na última edição da Enciclopédia Luso-Brazileira, mas a verdade é que rapioqueira era a palavra que a minha Mãe (a Cidó para os amigos e, para além de qualquer probabilidade, a melhor Mãe do Mundo) usava para descrever os seus queridos alunos mais eléctricos, faladores e hiperactivos... No sentido positivo, claro!
É assim que te vejo, minha cara Amiga Tânia, uma rapioqueira do piorio, muito eléctrica e animada, com um belo braço musculado (fruto de muito ginásio) e muita amizade, para dar e vender...

Gosto muito de ti, e acho mesmo que Rapioqueira te assenta como uma luva (daquelas muito clássicas e conservadoras, porque tu não és muito de maluqueiras... pelos menos comigo!:))

Um beijo

Se me vou casar em Abril tenho que começar a pensar no divórcio...

O caso da menina desaparecida no Algarve, que felizmente me parece estar muito perto da resolução, acabou por afastar as atenções de uma, muito interessante, discussão na Assembleia de República, que por esta altura andaria nas bocas de muito boa gente...

Li um artigo, que transcrevo em baixo, e com o qual concordo completamente... É um bocado extenso, pelo que, desde já, peço desculpa ao Pardal que detesta ter mais que 5 ditongos para ler, mas acho que vale muito a pena!

Gostava muito de saber as vossas opiniões!

A guerra das rosas

The-War-of-the-Roses-Posters.jpg

A proposta do Bloco de Esquerda para a aceitação legal do divórcio unilateral causou grande indignação. Se alguém não quer continuar casado pede o divórcio sem ter de explicar as razões, defende o projecto. Para mim faz sentido. Se para casar é preciso o consentimento dos dois, sem ter de dar explicações, não vejo porque deva alguém perder esse direito depois do casamento. Os dois tipos de divórcio aceites em Portugal (litigioso e por mutuo consentimento), ao contrário do que li por aí, continuam a existir na proposta apresentada. Apenas se dá, a quem está casado e assim não quer continuar, o direito a divorciar-se sem apresentar nenhuma razão e sem ter de esperar pela aceitação do outro. «Apenas porque deixou de amar?» Apenas? A mim parece-me razão mais do que suficiente.

Hoje, a única hipótese de divórcio não litigioso (ou seja, em que não se justifique o divórcio com a culpa do parceiro) quando não há mútuo consentimento é a separação de facto por três anos, mantendo-se as duas pessoas, para todos os efeitos patrimoniais e pessoais, casadas, o que é um absurdo. Nesses três anos o separado não pode refazer a sua vida sentimental. É uma espécie de pena suspensa. No fim, a sua culpa será analisada e a “pena” ditada.

À proposta agora apresentada chamaram, como se tal devesse causar escândalo, "divórcio a pedido". Pois para mim, tal como o casamento, o divórcio deve acontecer a pedido. É que para bailar são precisos dois...

A ideia de que só pode haver divórcio havendo mutuo acordo ou que, não havendo, se tem de culpar o outro pelo nosso desamor, é aberrante. Mas o raciocínio é simples: o casamento é um contrato para a vida. Para denunciar o contrato será preciso ou alguém ter violado os pressupostos desse contrato ou as duas pessoas estarem de acordo com o seu fim. O erro é este. O casamento não tem de ser um contrato para a vida. E para que ele termine deveria bastar que uma das pessoas não se sentisse bem no lugar que ocupa. Na realidade, a esmagadora maioria dos casamentos acaba por isso mesmo. Alguém deixou de amar. Não vejo onde possa haver escândalo quando a lei aceita a realidade.

Haverá problemas para resolver: divisão de bens, garantia de que a pessoa que se sacrificou mais pelo casal não fica financeiramente prejudicada, etc. O projecto define que o tribunal decida sobre matéria de pensões não tendo a “culpa” como critério, mas a necessidade e o contributo (não apenas financeiro) de cada um durante o casamento. A divisão de bens é tratada em separado, não dependendo dela a aceitação do divórcio. Para haver pedido unilateral, quando existem filhos menores, a regulação do poder paternal tem de estar ou resolvida ou tem de ser requerida por quem pede o divórcio, sendo tratada à parte. A regulação do poder paternal e a divisão de bens não poderão assim ser usadas como forma de pressão para “dar” ou não o divórcio, e vice-versa. Poupam-se os menores ao jogo sujo e os adultos à chantagem.

A aceitação do divórcio não deve depender da culpa e quem deixou de amar não tem de ser penalizado, como se tivesse cometido um crime. Há que arbitrar com sentido de justiça, o que nem sempre implica castigo.

O que não faz sentido é a situação actual, em que a lei fomenta o conflito num momento que é, já por si só, doloroso. A actual lei aplica ao casamento a lógica de qualquer contrato, mas acrescenta-lhe obrigações morais que nada têm a ver com o património (como o da fidelidade). Ou seja, aplica a sentimentos a lógica das obrigações contratuais. Das duas uma: ou ao casamento exige-se apenas obrigações patrimoniais e financeiras ou se reconhece a sua natureza excepcional entre os contratos legais. E se assim é, aceita-se que o fim do amor, do afecto ou até do respeito são razões mais do que suficientes para pôr fim ao casamento sem que nenhuma das partes tenha de ser considerada culpada. Ou seja, aceita-se o que todos nós sabemos: que nenhum casamento pode sobreviver contra a vontade de uma das partes.

Dar este passo é ajudar a pacificar os divórcios e evitar situações insustentáveis em que casais desenvolvem, apenas por razões legais e patrimoniais, ou seja, apenas porque a lei os leva a isso, relações de puro ódio, muitas vezes fazendo dos seus filhos, quando eles existem, e de todos os que os rodeiam vitimas de vinganças e de guerras de nervos. Pode custar a quem não aceita a liberdade alheia, mas o divórcio pode ser, em determinado momento, a melhor notícia possível. Que não seja o Estado a impedir a felicidade de cada um. Nada disto corresponde a uma intromissão do Estado na vida a dois. Pelo contrário. Significa que o Estado se recusa a castigar o fim do afecto, ou seja, a intrometer-se no que de mais intimo existe nas pessoas.

Dirão que este é um ataque à instituição do casamento. Para responder a isso teria primeiro de saber o que quer dizer hoje essa instituição. Provavelmente quer dizer coisas diferentes para pessoas diferentes. Mas se alguém a vê como uma imposição legal para a defesa da indissolubilidade da união entre um homem e uma mulher, e por isso defende que se dificulte o divórcio, tem todas as razões para ver esta proposta como um ataque. Primeiro, porque não é esse o papel do Estado. Segundo, porque seja qual for a lei as pessoas divorciam-se na mesma. Apenas se magoam mais e magoam mais os que as rodeiam apenas para que o Estado continue a defender um valor que está longe de ser aceite pela generalidade da população.

O divórcio unilateral existe na Suécia, na Noruega ou nos EUA (desde 1969, na Califórnia, através de uma lei assinada por Ronald Reagan como governador, que permite o divórcio unilateral com um compasso de espera). Na Alemanha o divórcio litigioso foi abolido em 1976. Em Espanha, onde o divórcio só é legal desde 1981, a lei é bastante mais avançada do que a proposta pelo BE. Em 2005, Zapatero acabou, ao contrário do que se propõe agora em Portugal, com o divórcio litigioso. Curiosamente, mesmo com uma proposta de lei mais conservadora, o PS português lança as mãos à cabeça e nem dá sinais de querer debater tamanha heresia.

Apesar de ser contra o excesso de facilidade no divórcio para que não seja um acto «um acto precipitado e leviano» (já eu sou dos que acham que as pessoas têm todo o direito a serem precipitadas e levianas com os seus sentimentos), o Bastonário da Ordem dos Advogados mostrou-se mais sensível à realidade: «a via para que aponta o projecto merece, pelo menos, ser estudada (...) É demasiado penoso para um cônjuge que não queira estar casado ter que assacar ao outro uma culpa para se divorciar».

Os estudos demonstram que a mera possibilidade de divórcio unilateral aumenta o poder negocial de cada um dos parceiros durante todo casamento, diminui o suicídio feminino e diminui a violência doméstica.

Cheira-me que, como no passado aconteceu com a actual lei do divórcio, muitos dos que hoje se opõem na política a esta lei serão, caso ela venha um dia a ser aprovada, os primeiros a usa-la. Com toda a naturalidade. Para serem felizes. Fazem bem.




segunda-feira, 7 de maio de 2007

Ele há coisas que não mudam...

Ando há cerca de 36 horas a falar sozinho, a pôr as mãos na cabeça, a bater pelas paredes por onde passo... Tudo remorsos, vergonha e revolta pelas figurinhas que andei a fazer neste último fim de semana! Uma tristeza...
É certo que tinha coisas para provar, mas era escusado... completamente escusado!
Aos meus amigos, aos seguranças da queima, à Liliana Pêra (pelo estalo que levou..), aos empregados dos bares, parceiros no jogo do Correio e pessoas mais sensíveis, as minhas mais sinceras desculpas...

quinta-feira, 3 de maio de 2007

03 de Maio, na Cova da Iría...


São várias as "estórias" que podia contar para mostrar quem é, ou melhor, o que é o mito Zé Rui. Dessas várias, escolho uma que me foi contada pelo Pardal há uns meses:
Corria a Latada de 2006 (ano lectivo em que nos encontramos e no qual já não somos alunos FFUC), e o Pardal encontrava-se a conversar com alguém. A meio da conversa, refere-se o nome Zé Rui e, um caloiro que ouvia a conversa, sai-se com a pergunta: "Zé Rui? Qual Zé Rui? O da canção?" e nisto começa a trautear esse hino "O Zé Rui é paneleiro...Oh, Oh, Oh, Oh, Oh...".
Serve este exemplo, não para atestar da homossexualidade do rapaz mas para mostrar o quanto venerado, admirado, chorado e lembrado é tal personagem nos Clautros dos Melos, e o quanto a sua passagem foi marcante para a vida da FFUC.
Para quem não conhece, posso dizer que fazer uma viagem a pé que demore 5 minutos a solo, demora 25 com o Zé Rui (visto que toda a gente o conhece pelos motivos mais boémios e ninguém resiste a abordá-lo). No fundo, o rapaz é como o Casimiro dos Plásticos, que certo dia e estando na varanda do Vaticano com o Papa, leva a multidão a perguntar "Quem é o Sr. de branco ao lado do Casimiro dos Plásticos?".
Para quem o conhece, aproveito desde já para incitar a que, no próximo sábado, e sem qualquer motivo de que agora me lembre, o enchamos de porrada (o que, de resto, já é habitual nos nossos encontros).
PARABÉNS Zé Rui e aquele abraço.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Passeio dos Prodígios

Vamos lá contar as armas
tu e eu, de braço dado
nesta estrada meio deserta
não sabemos quanto tempo as tréguas vão durar...

há vitórias e derrotas
apontadas em silêncio
no diário imaginário
onde empilhamos as razões para lutar!

Repreendo os meus fantasmas
ao virar de cada esquina
por espantarem a inocência
quantas vezes te odiei com medo de te amar...

vejo o fundo da garrafa
acendo mais outro cigarro
tudo serve de cinzeiro
quando os deuses brincam é para magoar!

Vamos enganar o tempo
saltar para o primeiro combóio
que arrancar da mais próxima estação!
Para quê fazer projectos
quando sai tudo ao contrário?
Pode ser que, por milagre,
troquemos as voltas aos deuses

Entre o caos e o conflito
a vontade e a desordem
não podemos ver ao longe
e corremos sempre o risco de ir longe demais

somos meros transeuntes
no passeio dos prodígios
somos só sobreviventes
com carimbos falsos nas credenciais

Passeio dos Prodígios de Jorge Palma


Conduzi durante 10 horas, cantei esta música bem mais vezes...

Lembrei-me de ti, Tu estás nesta música!

Tenho saudades tuas, e não te esqueço...

Um beijo

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Habemus Restaurante

É verdade, finalmente conseguimos arranjar restaurante para o (muito provavelmente decadente) jantar de sabado. Será no Arnado, 8.50 € por volta das 20.30. Para aqueles que ja estão a resmungar lembro-vos que foi uma sorte encontrar um sitio onde levasse tanta malta e tão em cima da hora. Para aqueles, como o javardolas do Pêra, que só estão preocupados com o vinho informo que a bebida é à descrição. Caso alguem resolva abandonar o barco à ultima da hora ou melhor se mais alguem se quiser juntar à ramboia convem avisar o mais rapido possivel, mas lembrem-se já está marcado e o nº de pessoas não pode variar muito.
Despeço-me com amizade, saudades de toda a gente (excluindo obviamente o Pêra) e prometo fazer os possiveis para que fiquemos todos num estado similar ao registado em baixo.

Sortes


Ultimam-se os preparativos para a inauguração da Mansão...
No último sábado, depois de uma primeira limpeza, onde tudo quanto era pernicoque e biblot foi varrido e mandado borda fora, já se ligou o gás e se deu um jeito à maioria das divisões (deu-se é uma força de expressão...deram o César, o Auto e o Pardas, porque aqui o surdo estava a trabalhar. Desculpem, companheiros, pela minha falta!).

Depois...bem, depois deu-se o momento alto do dia: O SORTEIO DOS QUARTOS. Sabendo-se que a sorteio estavam uma suite presidencial (com preço mais elevado mas com mais qualidade e com casa de banho privativa), um bom quarto com uma má cama e um mau quarto com uma boa cama; foram feitos 3 papéis numerados de 1 a 3. Aquele que ficasse com o número 1 escolheria primeiro, depois seria a vez do nº2 falar e o terceiro seria o Cristo que aceitaria os restos.
O método científico usado para sortear os papéis consistiu em amarfanhar os 3 papéis na mão do césar, agitar e mandar ao ar. O papel que ficasse mais próximo de cada um dos concorrentes seria o seu papel. Resultado - nº1 = Auto - Quarto bom, cama má. nº2 = Lage - Suite Presidencial e mais sorte que juízo. nº 3 = Pardal - Cristo.

Por fim, e pese embora ainda haja uma persiana da sala para arranjar, devo dizer a todos os interessados em ter um tecto no próximo fim de semana, que mesmo que não caibam todos na sala, a garagem é enorme, cabendo perfeitamente lá dentro várias pessoas em sacos de cama e à vontade.
Até seria giro! Uma espécie de acampamento urbano...

terça-feira, 24 de abril de 2007

Para aquecer as hostes

Já conhecem o cartaz da Queima das Fitas 2007?

Aqui vos deixo:

Sexta-feira, 4 de Maio: The Gift, Skye e Coral Quecofónico do Cifrão

Sábado, 5 de Maio: Da Weasel e Rui Veloso

Domingo, 6 de Maio: Mau, Blasted Mechanism e Fanfarra

Segunda, 7 de Maio: Linda Martini, Xutos e Pontapés e Estudantina

Terça, 8 de Maio: Diapasão, Quim Barreiros, Tuna Masculina e Feminina de Medicina

Quarta, 9 de Maio: The Cynicals, Asher Lane, In Vino Veritas e Mondeguinas

Quinta, 10 de Maio: Oioai, André Sardet, Orxestra Pitagórica e Grupo de Cordas

Sexta, 11 de Maio: Vicious Five, Bloodhoung Gang, Rags e As Fans

Já agora vos deixo a (minha) respectiva crítica...
Continuo a não perceber muito bem as produções das Queimas das Fitas.. Percebo que o dinheiro não chega para tudo, mas já se fazia qualquer coisinha para melhorar o panorama das coisas... Olho para o cartaz e só me dá vontade de ver os Da Weasel, porque são os únicos que gosto mesmo..., os Xutos e o Quim pelo miticismo (e vá, talvez Blasted por curiosidade).
Acho que os concertos deviam ser mais que música de fundo para os borachões que andam de tenda em tenda (como eu, durante os últimos 6 e os próximos 10 anos..)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Precisamos de resposta urgente

A Queima aproxima-se e há momentos (já apresentados em post do Rasga-pano) a repetir!
Para tal, é necessária a comparência de todos na sua melhor forma. E é no sentido de garantir essa mesma "melhor forma" que está já a ser organizada uma mega-jantarada do nosso ano para sábado, dia 05 de Maio, em Coimbra.
Dada a falta de tempo é necessário que os interessados confirmem a sua presença aqui no blog, através de comentário (assinado) a este post ou pedindo a alguém que o faça. Excepcionalmente podem também mandar uma mensagem a mim ou ao Pardal.
DATA LIMITE PARA AS INCRIÇÕES - 29 DE ABRIL porque depois o Pards tem que ir marcar o restautante. Comentem.

P.S. - Obviamente a noite do convívio (03 de maio) será tabém um must desta Queima e, consequentemente, o nosso ano terá presença marcada. Espero ver-vos por lá.

domingo, 22 de abril de 2007

E o Marcio Faz Anos!


Parabéns miudo.......... (a foto é a melhor k encontrei, lol)

A Queima 06 foi assim!....




Pois é... o tempo passa e os milagres acontecem (o pardal arranjou emprego)!...
Seus canalhas o Toque a Riunir as Tropas ja suou, pois isso dia 5 Maio pela tarde a guerra vai começar (lage a tua guerra so pode começar la para as 3 da manha para aguentares ate as 4, na melhor das hipoteses - so bebes duas cerevejinhas)!
Deixo aki algumas fotos para relembrar tempos passados mas tão presentes na memória de todos nós!...
Abraço e até ao meu regresso....







segunda-feira, 16 de abril de 2007

Temos mansão !


Confirma-se! Já há mansão em perspectiva para acolher os três farrapos do Pharmaoeste. Um belo T3, em zona periférica da cidade de Coimbra, com garagem e equipado com tudo o que 3 gajos precisam para sobrevier: cerveja, refeições rápidas prontas a cozinhar, televisão, playstation, multitap, computadores vários, baralhos de cartas e fichas de poker.
Esperamos começar a receber visitas lá para Maio.

sábado, 14 de abril de 2007

Para quem foi ou é viciado...


...terminantemente desaconselhado a quem pensa vir a ser viciado. Contém demasiados spoilers, que podem arruinar o prazer da observação original dos factos.
Para os outros que já conhecem o produto e querem apenas uma base de dados para orientarem as suas ideias... só posso dizer que encontrámos OURO!

Aqui fica: http://pt.lostpedia.com/wiki/Pagina_Principal

Ah! E já agora, leiam o que o site refere sobre "The Lost Experience": um jogo online, interactivo e real idealizados pelos criadores da série (jogo esse que começou em Maio de 2006 na Net e durou alguns meses) e que desvenda inúmeras questões que a série levanta.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

O tempo urge...

Maltinha...

E marcar o jantar da Queima, não? A altura é complicada, e nós (espero...) somos muitos!Convinha começar a passar a folha de presenças no anfiteatro das farmacologias, para ver quem vai ou não, e marcar o Restaurante... Além disso não podemos dar ao Pera tempo para arranjar desculpas para não ir, bem como dar ao Ricardo tempo suficiente para pedir ao Inatel para adiar o jogo do fim de semana...

Parece-me razoável que o jantar seja Sábado, dia 5 de Maio, e, como sugestão, deixava no ar o "Boémia", fechado para nós... Vai ser hiper-mega-ri-fixe.

Para vos motivar um bocadito, dou como certa a minha presença... Só espero que não me deixem sozinho no carro, outra vez...

Para a maltinha masculina, fui contactado pelo Muy Grande Rui Rios (vulgo Pedrinhas...) que gostava de marcar uma magna reunião com a velha guarda para entregar o presente que tinha preparado para o rasganço, parece-me bem marcar para essa data também, não?

Despeço-me com amizade, enviando um forte e amigo abraço

quarta-feira, 11 de abril de 2007



Honey why are you calling me so late
It's kinda hard to talk right now
Honey why are you crying is everything okay
I gotta whisper cause I can't be too loud
Well, my girls in the next room
Sometimes I wish she was you
I guess we never really moved on
It's really good to hear your voice saying my name
It sounds so sweet
Coming from the lips of an angel
Hearing those words it makes me weak
And I never wanna say goodbye
But girl you make it hard to be faithful
With the lips of an angel

It's funny that you're calling me tonight
And yes I've dreamt of you too
And does he know you're talking to me
Will it start a fight
No I don't think she has a clue
Well my girls in the next room
Sometimes I wish she was you
I guess we never really moved on
It's really good to hear your voice saying my name
It sounds so sweet
Coming from the lips of an angel
Hearing those words it makes me weak
And I never wanna say goodbye
But girl you make it hard to be faithful
With the lips of an angel

domingo, 8 de abril de 2007

sexta-feira, 6 de abril de 2007

05 de Abril de 2007


21:02 - No sofá, calado. Tristeza, desolação, frustração.

21:06 - Em cima do sofá, aos berros há um minuto seguido. Felicidade, êxtase, euforia.

Obrigado, meu Deus, por inventares o FUTEBOL.